| Contra o vento, contra o invasor |
| Levantei a mão |
| Nova lei que me deu nova visão |
| Cortei todo o laço com a morte |
| O engano é sutil mas meu olho abriu |
| Quando entrei pela porta da frente |
| Meu nome tá escrito confere |
| Não passou um segundo era outro mundo |
| Coberto de lama no poço mais fundo |
| Quando entrei pela porta da frente |
| Eu tô dentro e no fogo bom eu me esquento |
| Como alguém que se ergue do que sobrou |
| Do homem sem razão |
| Libertei minha alma da aflição |
| Corro sem cansar e a minha vida segue |
| Como incinerador |
| Meu dom pode queimar |
| Eu não fiz da saudade o meu refém |
| Quando eu arranquei o fio que me prende |
| Pulsa, redobra minha força |
| Pra caçar leão faz dragão virar bolsa |
| Começar do zero e poder chegar onde eu quero |
| Barreira na minha frente despedaça como louça |
| Ouço o espírito falar no silêncio |
| Só fecho a minha boca |
| Pra escutar o que eu penso |
| Tô armado, quando eu tô de pé ou deitado |
| Soldado responsa é o que ouve o chamado |
| Corro sem cansar e a minha vida segue |
| Como um incinerador meu dom pode queimar não fiz da saudade Meu refém quando eu |
| arranquei o fio que me prende |
| Como um incinerador meu dom pode queimar não fiz da saudade Meu refém quando eu |
| arranquei… |